Epic Navigatorvídeo
Não teste a fixação da sua âncora | A regra do "o mal menor é o melhor"
21 de julho de 2026 · 1 min · 3K visualizações
O que este vídeo aborda
Alexandros Retsinas explica por que razão testar a fixação da âncora após o fundeio é frequentemente contraproducente ou impossível, usando a máxima grega "το μη χείρον βέλτιστον" — a opção menos má é a melhor disponível.▶ 0:00 O argumento central: forçar em marcha atrás para testar a âncora num fundeadouro apertado pode soltá-la desnecessariamente, e em muitos locais simplesmente não há espaço suficiente para recuar e carregar a âncora adequadamente.▶ 0:00 Ele dá o fundeadouro de Perdika como exemplo específico onde um teste é fisicamente impossível — o espaço é demasiado confinado e o fundo tem uma inclinação acentuada, pelo que a única abordagem prática é fundear, largar corrente e confiar.▶ 0:48 Quando a fixação é incerta, ele descreve as alternativas: adicionar uma segunda âncora, usar um peso (kellet) na linha de ancoragem para aumentar a carga da catenária, ou colocar defensas como amortecedor contra um cais próximo.▶ 0:48 A conclusão prática é que, com menos de 15 metros de corrente na água, uma marcha atrás forte fará a âncora soltar-se em vez de a confirmar.▶ 0:00
Mais de Epic Navigator
De Epic Navigator — veja o barco, a tripulação e todos os vídeos analisados do canal.
The Sailing Directory Newsletter
Um email com os melhores achados da frota — os momentos, barcos e histórias que valem o seu tempo de visualização. Insira o seu endereço para receber a sua cópia.



