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14 de julho de 2022 · 53 min · 106 visualizações
O que este vídeo aborda
A navegação no Sudeste Asiático é abordada numa discussão abrangente entre dois velejadores experientes, Arnaud e o anfitrião, comparando a região ao Mediterrâneo e às Caraíbas sob vários aspetos práticos. A rota costeira de cerca de 2.500 milhas náuticas de Rangoon, na Birmânia, até Bali, na Indonésia, permite a navegação diurna entre paragens, sem necessidade de passagens em alto mar.▶ 2:19 A região situa-se fora das zonas de ciclones, a pirataria foi eliminada e as normas culturais budistas tornam os roubos raros — os barcos deixados em marinas durante quatro a cinco meses não enfrentam problemas de segurança.▶ 6:30 O desalfandegamento exige um check-in e check-out completos em cada fronteira nacional; saltar um check-out na Malásia, como descobriu um velejador chamado Thomas, significa ter de navegar 120 milhas náuticas de regresso para o completar.▶ 12:34 Langkawi, a ilha isenta de impostos da Malásia, é apontada como uma paragem fundamental para o aprovisionamento.▶ 13:30 Phuket alberga cinco marinas com 3.000 postos de amarração; Bali tem duas pequenas marinas que acomodam cerca de 15 barcos.▶ 26:41 Aconselha-se os operadores de charter na Tailândia a contratar skippers locais devido ao conhecimento da língua e da região.▶ 22:49 A Birmânia vende agora licenças de navegação partilhadas, abrindo o Arquipélago de Mergui ao cruzeiro.▶ 40:28 O Vietname e o Laos permanecem largamente fechados a embarcações de recreio.▶ 38:15 As grandes denominações da rupia indonésia confundem os visitantes europeus, mas os custos são baixos.▶ 32:10 A paciência é descrita como a regra cultural mais importante para a região.▶ 51:31
De Podcast Voile SLV Marine — veja o barco, a tripulação e todos os vídeos analisados do canal.